terça-feira, 16 de agosto de 2022

Conheça a trajetória do Cal Nogaroto



Sou Cal Nogaroto, tenho 44 anos, nasci e fui criado na minha amada Tremembé, cidade do Vale do Paraíba.

Sou filho de duas pessoas muito especiais. Meu pai, Claudio Amaral, homem forte, de conduta reta, que me ensinou, desde sempre, os princípios que devem nortear as pessoas de bem; minha mãe, Célia Nogaroto, mulher valente, exigente, batalhou a vida toda para dar aos filhos uma boa criação. Mesmo diante das muitas dificuldades, meus pais sempre fizeram o possível por mim e pelas minhas irmãs, Letícia e Lissandra. Deus me deu 3 filhos maravilhosos: Lucas, Maria Bela e Maria Clara. Amores maiores da minha vida.

Profissionalmente, comecei muito cedo. Meus primeiros trabalhos formais foram na Guarda Mirim de Tremembé. Aos 18 anos, consegui ingressar no curso de Engenharia Mecânica na Universidade Estadual de São Paulo. Formei-me em Engenharia, fiz pós-graduação, e, na sequência, passei no meu primeiro concurso público: Técnico de Operações na Petrobras. Inicia-se então, em 2002, a minha carreira no setor público.

Em 2009, depois de me preparar por alguns anos, fui aprovado e nomeado para o cargo de Analista de Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas do Estado de São Paulo. 

No ano seguinte, assumi o cargo de Auditor Fiscal da Receita do Estado do Rio Grande do Sul e, desde 2011, ocupo o cargo de Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil. Na Receita Federal, inicialmente atuei na fronteira do Brasil com o Paraguai, diretamente no combate ao tráfico de drogas e armas. Fiquei na fronteira por aproximadamente 3 anos. 

Passado esse período, retornei ao Estado de São Paulo e fui convidado a chefiar a equipe de fiscalização tributária no Vale do Paraíba, responsável por 33 municípios. Permaneci à frente dessa equipe por 2 anos e então passei a integrar operações especiais pelo país, inclusive a força-tarefa da Operação Lava Jato, onde trabalho até hoje.
Em paralelo ao trabalho na administração pública, sou empreendedor na área de educação. Em 2014, fundei o Coaching Concurseiros, empresa que hoje é referência nacional na preparação de candidatos aos principais cargos públicos do país.

quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Teoria das Janelas Quebradas | Cal Nogaroto

Por Cal Nogaroto - A teoria das janelas quebradas ou "broken windows theory" é um modelo norte-americano de política de enfrentamento e combate ao crime, tendo como eixo da questão a desordem, apontada como fator alavancador dos índices de criminalidade. Nesse sentido, apregoa tal teoria que, se não forem reprimidos os pequenos delitos ou contravenções, tais atos conduzirão, inevitavelmente, a condutas criminosas mais graves, em vista do descaso estatal em punir os responsáveis pelos crimes menos graves. 

sábado, 30 de julho de 2022

Cal Nogaroto: Impunidade! O grande mal do nosso país.



Por Cal Nogaroto
- “A gente dá um jeitinho", “Tudo vai acabar em pizza”, “Isso não vai dar nada...", “Você já viu rico ser preso em nosso país?". Infelizmente, essas são expressões corriqueiras na linguagem do brasileiro e deixam claro que a povo não acredita nas Leis, ou, o que é pior, que essas sejam cumpridas. Se a nossa Carta Magna nos assevera a igualdade perante a Lei, por que existem alguns mais “iguais” que outros? Por que determinadas leis só “pegam” para uma parte da população? Por que tantos "salvo disposição em contrário"? Por que o “cumpra-se” não vale para todos?

A impunidade é, sem sombra de dúvida, o grande mal de nosso país. É ela a grande estimuladora do não cumprimento das normas legais. E, como a impunidade acontece com maior intensidade nos chamados “escalões superiores da sociedade”, tem um efeito deletério na coletividade. Ela “forma opiniões”. Ou as deforma, dependendo do ângulo de visão.

Os corruptos, com bons advogados, cumprem 1/6 da pena em regime fechado e “progridem” para o semiaberto e para o aberto, quando não ficam em prisão domiciliar nas mansões que adquiriram com o dinheiro desviado. E, detalhe, sem tornozeleiras eletrônicas, pois essas estão sempre em falta. Os que ficam nos presídios saem nos indultos (para mim, esse instituto deveria ser chamado de insulto), quando não são indultados definitivamente com a extinção de punibilidade. 

No Brasil, é difícil desvendar a corrupção pois, quase sempre, ela acontece no submundo, onde não se tem notas fiscais, recibos, registros, contratos com firmas devidamente reconhecidas... Os recursos não circulam por instituições financeiras, não há extratos bancários, não há pessoas - há "laranjas", os quais não conhecem ninguém, nunca ouviram ou viram nada, não sabem explicar sequer como os seus dados foram parar ali. 

As tratativas, as amarrações, os acordos, se dão nos porões de palácios, em sítios ou imóveis de veraneio. Os recursos passeiam dentro de malas, de cuecas, vão a restaurantes, viajam de carro, de jatinhos. Pessoas conseguem empréstimos milionários sem qualquer garantia e os pagamentos, em sua maioria, nunca acontecem. Criações de gados se multiplicam tanto que há casos de "vacas que dão filhotes diários". 

O dinheiro roubado roda o mundo, passando por milhares de contas bancárias de empresas fantasmas em paraísos fiscais. Só a operação Lava Jato já fez mais de 400 solicitações de cooperação dirigidas a mais de 50 países. Internamente, o Banco Central, a Receita Federal e a Comissão de Valores Mobiliários adquiriram maior poder para punir em valores expressivos as condutas lesivas ao sistema financeiro, tributário e ao mercado de capitais. Agora, está mais difícil esconder a dinheirama e até locação de apartamentos para hospedar o roubo passou a ser utilizado.

A impunidade é a principal avalista da corrupção. A mesma corrupção responsável pela falta de recursos nos hospitais, pela escuridão do analfabetismo, pelo martírio da fome e pela guerra civil não declarada. Tivessem corruptos e corruptores sido alcançados como manda a lei, seria outra a realidade brasileira, sem tantas mazelas sociais, sem tamanhos contrastes, sem ocuparmos as últimas posições nos rankings de distribuição de renda em todo o planeta.

Leis não faltam. Ao contrário. Em muitos aspectos, temos um aparato legal invejável. O que, aliás, caracteriza ainda mais a impunidade. O que nós precisamos de modo emergencial é reestruturar o instituto da aplicabilidade penal, fazendo com que os condenados efetivamente cumpram as suas penas.

O ciclo da impunidade é marcado pelas dificuldades. Difícil descobrir. Descoberta, difícil prová-la. Provada, difícil que o processo não se torne nulo ou seja anulado. Não anulado, demora mais de década e prescreve. 

O combate a impunidade precisa se tornar a principal agenda do país. Finda a impunidade, teremos outro Brasil. O dinheiro da corrupção desviado para os ralos dos poderosos tem tantos dígitos que seria capaz de acabar com fome, com o analfabetismo, com a falta de saneamento básico... Seria capaz de diminuir sobremaneira o índices de mortalidade infantil, de acabar com a seca do nordeste, de colocar cada cidadão brasileiro no seu posto de trabalho. Somos um povo privilegiado. Temos todos os recursos naturais mais importantes do planeta. Os minerais mais estratégicos, o maior rio, a maior floresta, todos os microclimas. O que nos falta é realizar a faxina na política nacional, retirando para sempre as escórias que, por equívoco, colocamos para nos representar. A partir daí, com a casa limpa, a impunidade não encontrará mais espaço.

“O maior estímulo para cometer faltas é a esperança de impunidade” Cícero


Cal Nogaroto - Candidato a deputado federal por SP
Nasci em Tremembé, tenho 43 anos, pai de 3 lindos filhos. Trabalho há 20 anos na administração pública, tendo ocupado 4 cargos nas esferas Federal e Estadual, todos eles por concurso público. Desde 2011, sou Auditor Fiscal da Receita Federal. Trabalhei, nos primeiros anos, na fronteira do Brasil com o Paraguai, diretamente no combate ao tráfico de drogas e armas. Na sequência, fui chefe da equipe de fiscalização da Receita Federal no Vale do Paraíba e, a partir de 2015, passei a trabalhar em grandes operações pelo país, sendo a mais conhecida delas a Operação Lava Jato.
Em paralelo, sou fundador e sócio do Coaching Concurseiros, empresa referência nacional na preparação de candidatos aos principais cargos públicos do país.



terça-feira, 12 de julho de 2022

Mulheres: Desigualdade e Violência


As mulheres embora sejam majoritárias na composição populacional, detêm pouco mais de 20% dos cargos de liderança no mercado de trabalho. A temática é extremamente importante para o desenvolvimento humano e sustentável, por isso é fundamental que os países combatam a violência de gênero e garantam a igualdade de oportunidades para as mulheres.

sexta-feira, 8 de julho de 2022

Cal Nogaroto: O Combate à Impunidade e à Corrupção

Por Cal Nogaroto
- Temos acompanhado nos últimos anos uma mudança muito grande no perfil dos brasileiros. Esse povo sofrido resolveu sair da zona de conforto em busca de um Brasil melhor e mais justo. São dezenas de milhões de brasileiros que parecem ter acordado para a situação lamentável que nos encontramos, com um sistema político todo corrompido, um modelo educacional falido, um sistema de saúde precário, uma justiça letárgica e repleta de falhas. 

sábado, 30 de abril de 2022

Educação: a base para o desenvolvimento

Por Luiz Claudio Nogaroto
- Quando falamos em educação no Brasil, um dos problemas mais graves de nossa população ganha destaque, o analfabetismo. Apesar do aumento no número de crianças e adolescentes nas escolas, são mais de 48 milhões que frequentam a educação básica (infantil, fundamental e médio), enquanto 8 milhões de adultos estão matriculados no ensino superior, tal progresso não merece ser comemorado, haja vista ocuparmos, há décadas, as últimas posições no ranking mundial de educação.

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Cal Nogaroto diz que é preciso mudar modelo de escolha de ministros do STF



O atual formato de escolha de Ministros do STF permite interpretações de que há interferência política nas decisões da Corte. Hoje, o Presidente da República indica o nome ao STF, essa pessoa é sabatinada e, então, o Senado aprova ou não a indicação.

Uma maneira que certamente abrandaria em muito a escolha política hoje praticada seria a adoção de lista tríplice, onde  o Presidente da República escolhe um dos três nomes indicados pelo Conselho Nacional de Justiça, dentre integrantes da carreira da magistratura, que atendam ao tempo mínimo de 10 (dez) anos de atividade judicante, além de possuírem notórios conhecimentos jurídicos e reputações ilibadas. Na sequência, o escolhido enfrenta a sabatina no Senado Federal que aprovará ou não o magistrado escolhido.

Outra mudança essencial diz respeito à fixação do tempo de permanência no cargo. É fundamental que sejam estabelecidos mandatos fixos e preferencialmente sem a possibilidade de recondução.

Além do Suprema Corte, o formato poderia ser aplicado na escolha dos membros dos demais Tribunais Superiores, além dos Tribunais de Contas.




Luiz Claudio Nogaroto
 nasceu em Tremembé e reside em Taubaté, municípios do Vale do Paraíba, interior de São Paulo. Formou-se em Engenharia Mecânica, com pós-graduação em Carreiras Públicas. Iniciou sua carreira na administração pública em 2002 e desde 2011 exerce o cargo de Auditor-Fiscal da Receita Federal. Em 2016, iniciou sua atuação na força-tarefa da Operação Lava Jato. Em paralelo, Nogaroto atua como professor e coach para concursos públicos em todo país.

quinta-feira, 21 de abril de 2022

Cal Nogaroto: Crime hediondo para a corrupção de altos valores



Há décadas, o Brasil possui uma série de escândalos envolvendo operações fraudulentas com dinheiro público, uma corrupção desenfreada, realizada por pessoas poderosas e influentes, sem, contudo, haver qualquer punição efetiva aos criminosos. Não é a toa que ocupamos atualmente a vergonhosa 96ª colocação no ranking da corrupção no mundo.

Estima-se que essa corrupção que impede planejamentos, atrasa projetos e obras, aumenta os gastos públicos, mata pessoas em hospitais por falta de atendimento, nas estradas pelo uso de materiais inadequados ou falta de manutenção, deixa a população carente de educação e segurança, além de inúmeros outros prejuízos econômicos e sociais, é responsável pelo desvio de mais de 200 bilhões de reais por ano dos cofres públicos.

A corrupção é hoje um crime de alto benefício e baixo risco, o que certamente acaba por incentivar sua prática. De fato, diferentemente de crimes de perfil mais passional, como homicídio, a corrupção envolve uma decisão racional, em que o indivíduo, em suma, avalia o custo versus benefício de adotar um comportamento corruptivo. Para que tenhamos uma diminuição efetiva nos casos de corrupção no país, uma das medidas que entendemos essencial nesse sentido é a que promove o aumento substancial das penas aplicadas para os casos de corrupção de baixo valor, assim como torna crime hediondo a corrupção a partir de determinado montante, não cabendo, neste caso, dentre outros benefícios, o perdão da pena, integral ou parcial (indulto ou comutação). 

Cal Nogaroto - Nasci em Tremembé, tenho 43 anos, pai de 3 lindos filhos. Trabalho há 20 anos na administração pública, tendo ocupado 4 cargos nas esferas Federal e Estadual, todos eles por concurso público. Desde 2011, sou Auditor Fiscal da Receita Federal. Trabalhei, nos primeiros anos, na fronteira do Brasil com o Paraguai, diretamente no combate ao tráfico de drogas e armas. Na sequência, fui chefe da equipe de fiscalização da Receita Federal no Vale do Paraíba e, a partir de 2015, passei a trabalhar em grandes operações pelo país, sendo a mais conhecida delas a Operação Lava Jato.
Em paralelo, sou fundador e sócio do Coaching Concurseiros, empresa referência nacional na preparação de candidatos aos principais cargos públicos do país.

sábado, 2 de abril de 2022

𝐄́ 𝐎𝐅𝐈𝐂𝐈𝐀𝐋: 𝐒𝐎𝐔 𝐏𝐑𝐄́-𝐂𝐀𝐍𝐃𝐈𝐃𝐀𝐓𝐎 𝐀 𝐅𝐄𝐃𝐄𝐑𝐀𝐋


O nosso país passa por grandes dificuldades e, sem dúvida, um ponto-chave diz respeito ao Congresso Nacional e seus integrantes. É exatamente no Poder Legislativo que precisamos realizar uma grande faxina, necessitamos retirar de lá a banda podre, aqueles que só pensam em seus interesses, que não dão a mínima para a população e suas demandas legítimas.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Para onde vai o dinheiro recuperado pela Operação Lava Jato?

Por Luiz Claudio Nogaroto - A corrupção no Brasil representa um desvio de dinheiro público da ordem de 200 bilhões de reais por ano, ou seja, é um volume gigantesco de recursos que saem dos cofres públicos para carteira de privados. Durante a força-tarefa da Lava Jato, diariamente víamos matérias e chamadas de jornais noticiando prisões, delações, acordos de leniência e muitas outras atividades, trazendo cifras e mais cifras de dinheiro público.

domingo, 2 de janeiro de 2022

Eleições Unificadas no País

Por Luiz Claudio Nogaroto - A reforma política, tão aguardada pelos brasileiros, até o presente momento não saiu efetivamente do papel. O que tivemos em 2017 foram os detalhes iniciais de uma reforma estrutural necessária para oxigenar o sistema político-eleitoral do país.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Auditoria do TCU destrói tese contra Moro e a Lava Jato


Como restou constatado no relatório de auditoria realizado por servidores do TCU, o presidente do Tribunal Bruno Dantas (foto) e Lucas Furtado,, chefe do Ministério Público que atua junto ao TCU, atropelaram normas internas e pareceres técnicos para explorar indevidamente o contrato firmado por Sergio Moro com a Alvarez & Marsal, após o cumprimento da quarentena do serviço público.

A parcialidade e o interesse político de Dantas e Furtado já era bem evidente. Agora, com o relatório técnico, tudo fica cristalino.

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Proposta 6.1: Seguro para Execução de Obras Públicas (Performance Bond)

Institui como obrigatória a contratação de seguro-garantia da execução do contrato em favor do Poder Público em todas as contratações públicas de obras ou fornecimento de bens ou serviços com valor superior a 10 milhões de reais. O contrato de seguro deve cobrir 100% do valor do contrato principal.

As obras públicas, especialmente de alto valor, são um dos principais focos de corrupção no Brasil. O seguro-garantia, além de impor a exigência dos projetos executivos para obras e contratos de grande escala, introduz uma solução do setor privado que amplia a fiscalização e garante que os cofres públicos não arcarão com prejuízos em caso de defeitos ou atrasos na execução dos contratos. A solução encontra inspiração em boas práticas dos Estados Unidos e países europeus.

Essa obrigação se aplica a todos que contratarem com a administração pública direta e indireta, nos níveis federal, estadual e municipal. Autoriza a exigência de contragarantias por parte da seguradora, em relação ao tomador do seguro, na forma de reembolso ou indenização.

Estipula como obrigatória para a emissão da apólice de seguro a apresentação de um projeto executivo. Atribui, ainda, à seguradora o poder de fiscalizar livremente a execução do contrato principal e atestar a conformidade dos serviços e materiais empregados.

Em caso de reclamação de sinistro pelo órgão contratante, o prestador deverá apresentar defesa escrita à seguradora e ao órgão, contendo justificativa para o atraso e/ou defeito na execução do contrato, bem como plano detalhado para a regularização da execução contratual. Caso não seja aceito, procede-se à comunicação do sinistro.

Caracterizado o sinistro, a seguradora pode (i) contratar outra pessoa jurídica para executar o contrato; (ii) assumir ela própria a execução da parcela restante do projeto; ou (iii) financiar o próprio órgão contratante para que complemente a obra, dentro dos prazos determinados. Caso a alternativa apresentada pela seguradora não seja aceita, esta deverá indenizar, em espécie, o órgão público contratante.

PROBLEMAS QUE PRETENDE SOLUCIONAR

São frequentes os problemas relacionados a atrasos na execução ou à execução parcial de contratos públicos de obras ou fornecimento de bens e serviços. É no curso da execução desses projetos que se aproveitam atores interessados em maximizar lucros e dispostos a corromper agentes públicos. A Operação Lava Jato evidenciou um grande número de esquemas em que empreiteiras “compravam” aditivos contratuais milionários.

A ausência de projetos executivos para a contratação de obras de grande vulto é vista, com frequência, como uma das origens de eventos relacionados à corrupção, ao aumento dos custos para os cofres públicos das obras, por meio de aditivos, e à má execução dos contratos. A proposta, assim, diminui a discricionariedade e amplia a fiscalização das obras públicas.

Assista ao vídeo e compreenda um pouco mais.

Para conhecer o Anteprojeto de Lei que propomos, Clique Aqui.



Cal Nogaroto - Nasci em Tremembé, tenho 43 anos, pai de 3 lindos filhos. Trabalho há 20 anos na administração pública, tendo ocupado 4 cargos nas esferas Federal e Estadual, todos eles por concurso público. Desde 2011, sou Auditor Fiscal da Receita Federal. Trabalhei, nos primeiros anos, na fronteira do Brasil com o Paraguai, diretamente no combate ao tráfico de drogas e armas. Na sequência, fui chefe da equipe de fiscalização da Receita Federal no Vale do Paraíba e, a partir de 2015, passei a trabalhar em grandes operações pelo país, sendo a mais conhecida delas a Operação Lava Jato.
Em paralelo, sou fundador e sócio do Coaching Concurseiros, empresa referência nacional na preparação de candidatos aos principais cargos públicos do país.

quarta-feira, 9 de junho de 2021

6 em cada 10 crianças e adolescentes vivem na pobreza no Brasil, diz Unicef

Trinta e dois milhões de crianças e adolescentes brasileiros (ou 61%) são afetados de alguma forma pela pobreza. É o que mostra um estudo divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2018.

quarta-feira, 21 de abril de 2021

Alexandre de Moraes anula decisão de Bretas que transformou Temer réu na Lava Jato


Na noite desta terça-feira (20), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes anulou a decisão do juiz Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato do Rio de Janeiro, que recebeu denúncia e transformou em réus o ex-presidente Michel Temer e o ex-ministro Moreira Franco.

Moraes entendeu que Bretas não era competente para analisar a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra os políticos na operação Descontaminação – desdobramento da Lava Jato no Rio. Os dois chegaram a ser presos pela operação, mas foram soltos em seguida.

A ‘Descontaminação’ foi deflagrada a partir de fatos apurados no processo da operação Radioatividade, no qual a Justiça Federal do Rio de Janeiro investiga fraudes em contratos firmados entre a Eletronuclear e as empresas AF Consult Ltd, Argeplan e Engevix para um projeto de engenharia na usina nuclear de Angra 3.

Moraes atendeu a um pedido da defesa de Moreira Fraco. O ministro do STF concordou com a tese dos advogados de que os fatos investigados têm conexão com outra investigação em andamento na Justiça Federal em Brasília, que apura se uma suposta organização criminosa composta por políticos do MDB se uniram para atuar em desvios em vários órgãos da administração pública.

De acordo com o ministro do STF, como a Lava Jato do Rio não era competente para julgar o processo, todos os atos decisórios devem ser tornados nulos. Agora, o processo será analisado pela Justiça Federal em Brasília.

Em 2019, Temer, Moreira Franco e outros 12 viraram réus pelos supostos desvios em Angra 3.

“Reconhecida a incompetência da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro para a tramitação do processo-crime, nos termos do art. 567 do Código de Processo Penal devem ser declarados nulos todos os atos decisórios, inclusive o recebimento da denúncia, determinando-se a remessa dos autos à preventa 12ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal, considerada a similitude fática com outros procedimentos correlatos que tramitam no referido juízo”, diz Moraes na decisão.

Para o ministro, a “denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal descreveu apenas mais um dos inúmeros fatos criminosos que teriam sido, em tese, praticados pela suposta organização criminosa composta por integrantes do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)”.


quarta-feira, 31 de março de 2021

Auxílio emergencial 2021 começa a ser pago em 6 de abril. Veja o calendário


O auxílio emergencial 2021 começa a ser pago em 6 de abril (terça-feira). O anúncio foi feito pelo ministro da Cidadania João Roma neste quarta-feira (31). A primeira parcela vai ser paga de 6 até 30 de abril e os saques em dinheiro e transferências vão poder ser feitos de 4 de maio a 4 de junho.(veja calendário completo abaixo).

Com valores entre R$ 150 e R$ 375, o auxílio vai ser pago em quatro parcelas de abril a julho e poderá ser sacado até agosto. Os primeiros a receber o benefício vão ser os cadastrados no programa via Cadastro Único, aplicativo e site do programa. 35,2 milhões de pessoas vão a receber a primeira parcela a partir de 6 de abril em Conta Poupança Social Digital.


Calendário da primeira parcela do Auxílio Emergencial 2021

Nascidos emDia do crédito em contaDia para saques em dinheiro e transferências
janeiro6 de abril4 de maio
fevereiro9 de abril6 de maio
março11 de abril10 de maio
abril13 de abril12 de maio
maio15 de abril14 de maio
junho18 de abril18 de maio
julho20 de abril20 de maio
agosto22 de abril21 de maio
setembro25 de abril25 de maio
outubro27 de abril27 de maio
novembro29 de abril1º de junho
dezembro30 de abril4 de junho

Fonte: Ministério da Cidadania


Quem pertence ao Programa Bolsa Família (PBF) e se enquadra nos critérios para o recebimento do auxílio emergencial 2021 vai receber a primeira parcela nova rodada do benefício a partir de 16 de abril. (veja calendário completo abaixo)

As regras que definem quem tem direito a receber o auxílio emergencial neste ano foram divulgadas na quinta-feira (18) pelo governo e o calendário foi divulgado pelo Ministério da Cidadania e pela Caixa Econômica Federal (CEF) nesta sexta-feira (19).


Como será pago o auxílio emergencial?

Assim como em 2020, o calendário de pagamento do auxílio emergencial pago pela Caixa vai ser escalonado pelo mês de nascimento do beneficiário e será dividido em duas etapas: depósito em Conta Poupança Social Digital - movimentada pelo aplicativo Caixa Tem - e datas para saques e transferências para contas de outros bancos.

10,7 milhões de pessoas quem pertencem ao Programa Bolsa Família (PBF) vão receber a primeira parcela do auxílio emergencial 2021 de 16 a 30 de abril.

A nova rodada do auxílio emergencial não permitirá a inscrição de novos beneficiários e será pago somente para quem já estava cadastrado no programa de ajuda em 2020.

As novas regras divulgadas pelo governo diminuíram muito o contingente de pessoas que vão receber o novo auxílio neste ano. Ao todo, 45,6 milhões de famílias vão receber. Em 2020, o público que recebeu a ajuda federal passou dos 68 milhões de pessoas.


Quem recebe Bolsa Família vai receber o auxílio emergencial 2021?

Quem pertence ao Programa Bolsa Família (PBF) e se enquadra nos critérios para o recebimento do auxílio emergencial 2021 vai receber a primeira parcela nova rodada do benefício a partir de 16 de abril. (veja calendário completo abaixo)

Deste grupo, 10,7 milhões de pessoas vão ter depositada a quantia referente ao auxílio. Lembrando que o calendário de pagamentos do Bolsa Família segue a ordem do dígito final do número do NIS, habitual do programa.


Calendário de pagamentos do Bolsa Família em abril

Data de pagamentoQuem recebe
16 de abrilBeneficiários com NIS de final 1
19 de abrilBeneficiários com NIS de final 2
20 de abrilBeneficiários com NIS de final 3
22 de abrilBeneficiários com NIS de final 4
23 de abrilBeneficiários com NIS de final 5
26 de abrilBeneficiários com NIS de final 6
27 de abrilBeneficiários com NIS de final 7
28 de abrilBeneficiários com NIS de final 8
29 de abrilBeneficiários com NIS de final 9
30 de abrilBeneficiários com NIS de final 0